Ruth Rocha, quando criou os singelos, mas perigosíssimos, Teimosinho e Mandão, falava de um dos temas mais modernos e caros de nosso tempo: a incompreensão do outro. Duas criaturas rígidas que não compreendem a beleza da maleabilidade e não se vêem um no outro, condição primordial para que a paz e o amor floresçam e dêem novos frutos.
Uma das obras primas da literatura infanto-juvenil brasileira. É uma verdadeira revolução na maneira de contar histórias para as crianças, mostrando, ao invés de situações fantásticas, situações da vida cotidiana. Marcelo, um garoto urbano, é envolvido com problemas que dizem respeito ao convívio social e os relacionamentos. Tem jeito de poeta e por isso resolve inventar um dicionário todo próprio, tentando que as palavras combinem com seus significados e ao mesmo tempo alterando esse mesmo significado, dando nomes quase incompreensíveis a coisas compreensíveis. Por que não dizer “cabeceiro”, em vez de “travesseiro”? Ou “sentador” em vez de “cadeira”. Ou ainda “bom solário” e “bom lunário”, em vez de “bom dia” e “boa noite”! Ao decidir falar do jeito que considera certo, toma uma decisão que lhe traz grandes problemas, mas abre as portas para que ele reconheça e se reconheça no outro.
Uma das obras primas da literatura infanto-juvenil brasileira. É uma verdadeira revolução na maneira de contar histórias para as crianças, mostrando, ao invés de situações fantásticas, situações da vida cotidiana. Marcelo, um garoto urbano, é envolvido com problemas que dizem respeito ao convívio social e os relacionamentos. Tem jeito de poeta e por isso resolve inventar um dicionário todo próprio, tentando que as palavras combinem com seus significados e ao mesmo tempo alterando esse mesmo significado, dando nomes quase incompreensíveis a coisas compreensíveis. Por que não dizer “cabeceiro”, em vez de “travesseiro”? Ou “sentador” em vez de “cadeira”. Ou ainda “bom solário” e “bom lunário”, em vez de “bom dia” e “boa noite”! Ao decidir falar do jeito que considera certo, toma uma decisão que lhe traz grandes problemas, mas abre as portas para que ele reconheça e se reconheça no outro.
Marcelo, um garoto urbano, é envolvido com problemas de convívio social e com relacionamentos. Tem jeito de poeta e por isso resolve inventar um dicionário próprio… Uma das obras primas da literatura infanto-juvenil brasileira, verdadeira revolução na maneira de contar histórias para as crianças, mostrando, ao invés de situações fantásticas, a vida cotidiana.